
Diretor
Prof. Dr. Tiago Maritan Ugulino de Araújo
Vice-Diretor
Prof. Dr. Alisson Vasconcelos de Brito
Secretária de Centro
Laediany dos Santos da Silva
Chefe do Departamento de Computação Científica (DCC)
Prof. Dr. Bruno Jefferson de Sousa Pessoa
Chefe do Departamento de Informática (DI)
Prof. Dr. Clauirton de Albuquerque Siebra
Chefe do Departamento de Sistemas de Computação (DSC)
Prof. Dr. Tiago Pereira do Nascimento
Coordenadora do Curso de Bacharelado em Ciência da Computação
Profa. Dra. Giorgia de Oliveira Mattos
Coordenador do Curso de Bacharelado em Ciência de Dados e Inteligência Artificial
Prof. Dr. Teobaldo Leite Bulhões
Coordenadora do Curso de Bacharelado em Engenharia da Computação
Profa. Dra. Josilene Aires Moreira
Coordenadora do Curso de Licenciatura em Computação – modalidade a Distância (EaD)
Profa. Dra. Kely Diana Villacorta Villacorta
Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Computação, Ciências e Artes (PPGCCA)
Prof. Dr. Carlos Eduardo Coelho Freire Batista
Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Informática (PPGI)
Prof. Dr. Gilberto Farias de Sousa Filho
Coordenador Administrativo do Centro (CAC)
Daniel Cruz de França
Coordenador da Biblioteca Setorial
Rogério Ferreira Marques
Coordenador de Comunicação Institucional (CCI)
Danniel Juliano Serrano Macedo
Coordenador do Escritório de Projetos Estratégicos (EPE)
Richelieu Ramos de Andrade Costa
Coordenadora de Finanças do Centro (CFC)
Maria Suzana Guerra de Oliveira
Coordenadora de Gestão de Pessoas (CGP)
Ubênia Niájara Golzio Tavares
Coordenador do Núcleo de Pesquisa e Extensão – Laboratório de Aplicações de Vídeo
Digital (LAVID)
Tiago Maritan Ugulino de Araújo
Coordenadora de Planejamento (CODEPLAN)
Lourdes Maria Rodrigues Cavalcanti
Coordenador de Tecnologia da Informação (CTI)
Clístenes Angelus da Silva Inácio
1 MENSAGEM DOS GESTORES
2 VISÃO GERAL DA UNIDADE
2.1 Apresentação do Centro de Informática da UFPB
2.2 Histórico, Missão, Visão e Valores
2.3 Estrutura acadêmica e administrativa
2.4 Áreas de atuação do Centro
3 CENTRO DE INFORMÁTICA EM NÚMEROS
3.1 Ensino
3.2 Pesquisa
3.3 Extensão
4 RESULTADOS ALCANÇADOS
4.1 Ações realizadas
4.2 Resultados alcançados
5 GESTÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA
5.1 Dados relativos à Execução Orçamentária do Centro de Informática
5.2 Ações orientadas para o alcance dos resultados planejados
5.3 Objetivos estratégicos alcançados
6 OUTRAS INFORMAÇÕES RELEVANTES
6.1 Parcerias Institucionais
6.2 Premiações e Reconhecimentos
6.3 Boas práticas de gestão
6.4 Iniciativas de sustentabilidade, acessibilidade e inclusão
7 PRINCIPAIS DESTAQUES, DESAFIOS E AÇÕES FUTURAS
7.1 Destaques da gestão em 2025
7.2 Desafios identificados em 2025
7.3 Estratégias e ações prioritárias para 2026
No campo acadêmico, o Centro reafirmou a excelência e a relevância social de seus cursos de graduação em Ciência da Computação (CC), Engenharia da Computação (EC) e Ciência de Dados e Inteligência Artificial (CDIA). Os três cursos figuram entre os oito com maiores notas de corte do ENEM/Sisu na UFPB, evidenciando o reconhecimento da sociedade à qualidade da formação oferecida pelo CI. Além disso, na mais recente avaliação do MEC, os cursos de Ciência da Computação e Ciência de Dados e Inteligência Artificial obtiveram conceito 5, nota máxima atribuída pelo Ministério da Educação, consolidando o padrão de excelência acadêmica do Centro.
No que diz respeito à pós-graduação, o Programa de Pós-Graduação em Informática (PPGI) teve confirmado o conceito 4 na última avaliação quadrienal da CAPES (2021–2024). A avaliação destacou a solidez do Programa, sua consistência acadêmica e indicadores que evidenciam trajetória de crescimento na produção científica e na formação de recursos humanos qualificados.
Nesse contexto de fortalecimento e maturidade institucional, 2025 também foi marcado por um passo importante: a aprovação do novo curso de Bacharelado em Engenharia de Robôs, o primeiro curso com esse perfil nas regiões Norte e Nordeste. Trata-se de uma iniciativa pioneira, alinhada às demandas tecnológicas contemporâneas e à crescente demanda por profissionais qualificados em Computação, Inteligência Artificial e Robótica. Essa conquista reafirma a vocação do CI para liderar iniciativas inovadoras no cenário nacional.
Simultaneamente, avançamos de forma significativa na superação de desafios históricos de infraestrutura. O ano de 2025 foi decisivo para destravar e retomar obras estratégicas para o futuro do Centro. Destaca-se a retomada da obra do LAVID e do edifício Digicon, cuja conclusão ampliará de maneira expressiva os espaços destinados ao ensino, à pesquisa e à pós-graduação. Também merece destaque a obra do LASER, que, além de qualificar a infraestrutura acadêmica, promove avanços importantes em acessibilidade. A intervenção vem resultando, ainda, na urbanização da área situada entre os edifícios do CI, LIEPE e LASER, melhorando a circulação, a integração dos espaços e a qualidade do ambiente acadêmico.
Além dessas obras estruturantes, concluímos intervenções prioritárias que garantiram maior segurança e estabilidade predial, incluindo a instalação de nova estrutura metálica no edifício-sede do CI, ajustes estruturais nos telhados dos edifícios do CI e do LIEPE, manutenção do sistema elétrico (especialmente no 1º andar do edifício do CI) e outros reparos emergenciais.
Paralelamente, elaboramos projetos arquitetônicos estratégicos voltados à melhoria da experiência acadêmica e das condições de permanência estudantil, dentre os quais destacam-se:
Essas iniciativas evidenciam nosso compromisso com a modernização da infraestrutura do Centro, alinhando-a às exigências crescentes do ensino, da pesquisa e da extensão.
Outro avanço institucional relevante foi o credenciamento do CI junto ao CATI/MCTI, que habilita o Centro a captar e executar projetos com recursos da Lei das TICs, ampliando significativamente nossa inserção em redes nacionais de ciência, tecnologia e inovação e fortalecendo a interlocução com o setor produtivo. Além disso, estruturamos um Portfólio Institucional do CI junto com o nosso Escritório de Projetos Estratégicos, sistematizando nossos principais projetos, resultados e competências, com o objetivo de qualificar e ampliar a captação de recursos no Centro.
No âmbito da inovação e do desenvolvimento regional, merece destaque a parceria em tramitação com a Inovatec-JP, que poderá resultar na implantação de um novo edifício de aproximadamente 2.500 m², a ser compartilhado entre o CI e a Inovatec. Caso concretizada, essa iniciativa representará um salto qualitativo na infraestrutura do Centro, ampliando significativamente nossa capacidade de atuação em ensino, pesquisa aplicada, empreendedorismo e interação com o setor produtivo.
Agradecemos a toda a comunidade acadêmica pelo empenho, espírito colaborativo e dedicação que tornaram esses avanços possíveis.
Seguiremos juntos, construindo o futuro do CI.
TIAGO MARITAN
Diretor do CI/UFPB
ALISSON BRITO
Vice-Diretor do CI/UFPB
O Centro de Informática (CI) da Universidade Federal da Paraíba, integra o sistema de ensino, pesquisa e extensão da UFPB, como órgão setorial de administração e coordenação das atividades de ensino, pesquisa e extensão, exercendo, através de seus órgãos próprios, funções deliberativas e executivas, através da organização e coordenação de Departamentos, Coordenações de Cursos de Graduação e de Programas de Pós-Graduação, órgãos suplementares e outras unidades de apoio didático, científico, tecnológico e administrativo, conforme definido no Art. 6º, Capítulo II, do Regimento Geral da UFPB.
HISTÓRICO
O CI/UFPB foi criado no ano de 2011, a partir do Departamento de Informática do Centro de Ciências Exatas e da Natureza (CCEN), como uma ação do Programa de Apoio à Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (REUNI), cuja proposta foi elaborada pelo então Coordenador do Programa REUNI na UFPB, Guido Lemos de Souza Filho, docente lotado e em exercício no CI/UFPB.
A partir de sua criação, o CI/UFPB funcionou em instalações físicas cedidas pelo CCEN/UFPB, sendo que as obras do novo Centro foram concluídas no ano de 2013; no entanto, a ausência de contratação de obras complementares atrasou a mudança – de equipamentos e pessoas – processo que teve início a partir de 02 de março de 2015, data em que a Diretoria de Centro mudou-se oficialmente para a sua sede, na Unidade Acadêmica “Prof. Lynaldo Cavalcanti de Albuquerque Filho”, no bairro de Mangabeira, em João Pessoa-PB. A inauguração do Centro ocorreu no dia 18 de novembro de 2015.
O CI/UFPB atua em sintonia com os objetivos preconizados pelo REUNI, buscando a excelência acadêmica fundamentada no exercício da investigação científica, proporcionada pela oferta de atividades de iniciação científica, iniciação tecnológica e estágio curricular, agregada às atividades de ensino previstas, no decorrer dos cursos de graduação e dos Programas de Pós-Graduação oferecidos pelo referido Centro.
MISSÃO
Promover a formação de profissionais, em nível de excelência, aptos a atuarem no mundo contemporâneo do trabalho, visando o desenvolvimento social, econômico, tecnológico e político da sociedade, agregando — através das atividades de ensino, pesquisa e extensão — à investigação científica, a construção de conhecimentos em suas áreas de atuação, respeitando-se a sustentabilidade, inclusão, equidade e responsabilidade social.
VISÃO
Ser referência nacional em excelência acadêmica, pesquisa e inovação tecnológica, formando talentos orientados para o avanço científico e o desenvolvimento da sociedade, atuando com responsabilidade social e sustentabilidade.
VALORES
A estrutura organizacional do CI/UFPB compreende os órgãos integrantes de sua estrutura acadêmico-administrativa, com definições e atribuições estabelecidas pelo Estatuto e Regimento Geral da Universidade Federal da Paraíba, conforme consta na Figura 1.
Figura 1 – Estrutura Organizacional do CI/UFPB

O CI/UFPB adota, amparado pelo Estatuto e pelo Regimento Geral da UFPB, o Modelo de Estrutura Organizacional de Instituições Federais de Ensino Superior, especificamente, o arranjo institucional de Gestão Colegiada e Descentralizada, dentro do modelo conhecido como Estrutura Regimental ou Estatutária, específico das Autarquias e Fundações de regime especial, no qual se enquadram as universidades federais. Desta forma, a estrutura acadêmico-administrativa do Centro de Informática se encontra estruturada em quatro componentes específicos da Gestão Colegiada e Descentralizada, a saber:
I – Órgãos Deliberativos
a) Conselho de Centro
b) Colegiados Departamentais
c) Colegiados de Cursos
II – Órgãos Executivos
a) Direção de Centro
b) Chefias de Departamentos
c) Coordenações de Cursos de Graduação
d) Coordenações de Programas de Pós-Graduação lato sensu e stricto sensu
III – Órgãos de Apoio Administrativo
a) Secretaria de Centro
b) Coordenação Administrativa de Centro (CAC)
c) Coordenação de Tecnologia da Informação (CTI)
d) Coordenação de Comunicação Institucional (CCI)
e) Coordenação de Planejamento de Centro (CODEPLAN)
f) Coordenação Financeira de Centro (CFC)
g) Coordenação de Gestão de Pessoas (CGP)
h) Escritório de Projetos Estratégios (EPE)
i) Secretarias Integradas de Atendimento à Graduação (SIAG)
j) Secretarias Integradas de Atendimento à Pós-Graduação (SIAPG)
k) Secretarias Integradas de Atendimento aos Departamentos (SIAD)
IV – Órgãos de Apoio Didático-Científico
a) Biblioteca Setorial
b) Laboratórios de Informática de Uso Geral
c) Laboratórios de Atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão
d) Núcleo de Pesquisa e Extensão (NPE)
O Centro de Informática atua nas áreas de Ciências Exatas e das Engenharias.
O Centro de Informática oferta três cursos de graduação e um Programa de Pós-Graduação, stricto sensu, sendo que no Quadro 1, constam dados referentes aos cursos de graduação, contendo número de alunos ingressantes, matriculados, bem como dados referentes ao trancamento de matrículas, cancelamentos do vínculo, concluintes e taxa de evasão, em conformidade com informações disponibilizadas em https://www.sti.ufpb.br/gii/indicadoresgraduacao, acessadas em 21/01/2026.
Quadro 1 – Ensino de Graduação: Ingressantes, Matriculados, Trancamentos, Vínvulos cancelados, Concluintes e Taxas de evasão
| CURSO PERÍODO: 2024.2 | Ingressantes | Matriculados | Matriculados 2024.1 | Trancamentos | Vínculos Cancelados | Concluintes | Concluintes 2024.1 | Evasão1 |
| Bacharelado em Ciência da Computação | 46 | 415 | 403 | 10 | 14 | 18 | 12 | 5,63% |
| Bacharelado em Ciência de Dados e Inteligência Artificial | 31 | 233 | 230 | 08 | 15 | 08 | 02 | 11,43% |
| Licenciatura em Computação – EaD | – | 05 | 05 | – | – | 02 | 01 | 25% |
| Bacharelado em Engenharia da Computação | 40 | 386 | 407 | 10 | 10 | 15 | 27 | 8,95% |
| CURSO PERÍODO: 2025.1 | Ingressantes | Matriculados | Matriculados 2024.2 | Trancamentos | Vínculos Cancelados | Concluintes | Concluintes 2024.2 | Evasão |
| Bacharelado em Ciência da Computação | 49 | 431 | 415 | 18 | 23 | 28 | 18 | 3,78% |
| Bacharelado em Ciência de Dados e Inteligência Artificial | 40 | 246 | 233 | 10 | 15 | 18 | 08 | 0,5% |
| Licenciatura em Computação – EaD | – | 02 | 05 | – | 01 | 01 | 02 | 34% |
| Bacharelado em Engenharia da Computação | 43 | 379 | 386 | 10 | 07 | 13 | 15 | 9,44% |
Fonte: elaborado a partir de https://www.sti.ufpb.br/gii/indicadoresgraduacao/. Acesso em: 21 jan, 2026.
1 O cálculo da taxa de evasão é calculado pela fórmula: TxEvp = [1- (NDMp -NDIp)/( NDM(p-1) – NDCO(p-1))]x100 (1), onde: NDMp: Matriculados no período p que se deseja calcular a evasão; NDIp:-Ingressantes no período p que se deseja calcular a evasão; NDM(p-1): Matriculados no período anterior ao período de referência que se deseja calcular a evasão, ou seja, (p-1); NDCO(p-1) : Concluídos no período anterior ao período de referência que se deseja calcular a evasão, ou seja, (p-1). Fonte: Observatório dos Dados da Graduação (ODG) da PRG/UFPB. Glossário e Manual para cálculo dos dados da graduação: termos, indicadores, definições, fórmulas de cálculos e modelos de agregação. João Pessoa, PRG/UFPB, 2024. Disponível em: http://plone.ufpb.br/prg/contents/documentos/odg_glossario_vfinal.pdf, Acesso em: 20 jan, 2026.
Segue, no Gráfico 1, os dados do Quadro 1, contendo esquematização sobre os índices relacionados ao ensino de graduação no CI/UFPB, referentes aos períodos letivos 2024.2 e 2025.1.
Gráfico 1 – Dados dos cursos de graduação do CI/UFPB, referentes aos períodos letivos 2024.2 e 2025.1

Fonte: CODEPLAN/CI, 2026.
Em relação à Pós-graduação, o CI oferece o Programa de Pós-Graduação em Informática (PPGI), ofertando um curso stricto sensu em nível de Mestrado e outro, em nível de Doutorado. O PPGI tem conceito 4 da CAPES. O curso de Mestrado tem área de concentração em duas únicas linhas de pesquisa: “Sinais, Sistemas Digitais e Gráficos” e “Computação Distribuída“, abarcando as áreas de Redes de Computadores, Bancos de Dados, Processamento de Sinais e de Imagens, Arquitetura de Computadores, Aplicações em Televisão Digital, Engenharia de Software, Segurança, Otimização, Computação Gráfica, Internet of Things e Cidades Inteligentes. Por outro lado, o Doutorado tem duas linhas de pesquisa, em “Sistemas de Computação” e “Metodologia e Técnicas de Computação”. Após tais considerações, seguem, no Quadro 2, alguns dados relativos à Pós-Graduação do CI/UFPB, no ano de 2025.
Quadro 2 – Alunos Ativos, Qualificações e Defesas, do PPGI/CI, ano de 2025.
| MESTRADO | DOUTORADO | |
| ALUNOS ATIVOS | 79 | 33 |
| QUALIFICAÇÕES | 14 | – |
| DEFESAS | 14 | – |
Fonte: https://sigaa.ufpb.br/sigaa/public/programa/noticiasDefesas.jsf?lc=pt_BR&id=1879, acesso em 30 jan., 2026.
O Centro de Informática conta com variados grupos de pesquisa e laboratórios, que realizam pesquisas em áreas avançadas da computação, destacando-se o Laboratório de Arquitetura e Sistemas de Software (LARQSS), e o Núcleo de Pesquisa e Extensão Laboratório de Aplicação em Vídeos Digitais (NPE/LAVID), bastante conhecido pelo pioneiro projeto VLIBRAS2. Seguem os dados acerca desses grupos de pesquisa, no Quadro 3.
2 VLIBRAS – A suite VLibras é um conjunto de ferramentas gratuitas e de código aberto que traduz conteúdos digitais (texto, áudio e vídeo) em Português para Libras, tornando computadores, celulares e plataformas Web mais acessíveis para as pessoas surdas. O VLibras é o resultado de uma parceria entre o Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGISP), por meio da Secretaria de Governo Digital (SGD), o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), por meio da Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SNDPD), e a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), através do Laboratório de Aplicações de Vídeo Digital (LAVID).Fonte: https://www.gov.br/governodigital/pt-br/acessibilidade-e-usuario/vlibras. Acesso em: 27 jan., 2026.
Quadro 3 – Grupos e Projetos de Pesquisa do Centro de Informática da UFPB, ano de 2025
| Grupos de Pesquisa | Coordenador(a) | |
| 1 | GeREnCIa – Grupo de Pesquisa Cidades Inteligentes | Fernando Menezes Matos |
| 2 | Grupo de Sistemas Distribuídos e Ubíquos (GSIDU) | Fernando Menezes Matos |
| 3 | Dinâmica Não-Linear, Caos e Sistemas Complexos | Hugo Leonardo Davi de Souza Cavalcante |
| 4 | Teoria, Algoritmos e Aplicações de Otimização | Roberto Quirino do Nascimento |
| 5 | Visão Computacional, Reconhecimento de Padrões e Bioinformática | Leonardo Vidal Batista |
| 6 | Tecnologias em Sistemas Interativos e Inteligentes para Ensino Virtual | Liliane dos Santos Machado |
| 7 | LAVID – Laboratório de Aplicações de Vídeo Digital | Tiago Maritan Ugulino de Araújo |
| 8 | Laboratório de Modelagem em Engenharia de Petróleo (LaMEP) | Moisés Dantas do Santos |
| 9 | Grupo de Pesquisa em Engenharia de Sistemas e Robótica | Tiago Pereira do Nascimento |
| 10 | Design Audiovisual | Valdecir Becker |
| 11 | Derivada Topológica de Ordens Superiores Aplicadas a Problemas Inversos | Jairo Rocha de Faria |
| 12 | Laboratório de Medidas e Instrumentação | Ruy Alberto Pisani Altafim |
| 13 | Laboratório de Aplicações em Inteligência Artificial (ARIA) | Yuri de Almeida Malheiros Barbosa |
| 14 | Laboratório de Engenharia e Sistemas de Robótica (LASER) | Alisson Vasconcelos de Brito |
| 15 | Logistics and Optimization Group (LOG) | Anand Subramanian |
| 16 | TRIL Lab – Engenharia Computacional | Gustavo Charles Peixoto de Oliveria |
| 17 | Grupo de Pesquisa em Robótica Móvel Terrestre | Augusto de Holanda Barreto Martins Tavares |
| 18 | Grupo de Tecnologias Quânticas | Leandro Carlos de Souza |
| Projetos de Pesquisa | Coordenador (a) | |
| 1 | Leis de Conservação e o Problema da Injeção de Polímeros em Meios Porosos | Aparecido Jesuíno de Souza |
| 2 | Métodos de resolução para problemas de roteamento de veículos, compartilhamento de bicicletas e para problemas de otimização associados à gestão acadêmica | Bruno Petrato Bruck |
| 3 | Predição de Parâmetros Aerodinâmicos Ótimos em Projéteis Militares do Tipo Base-Bleed por Métodos Guiados por Dados | Gustavo Charles Peixoto de Oliveira |
| 4 | Métodos exatos e heurísticos aplicados à geração de carrossel no Sistema Brasileiro de TV Digital | Lucídio dos Anjos Formiga Cabral |
| 5 | Machine learning para modelagem preditiva em ciência de materiais | Tatiana Araújo Simões |
| 6 | Métodos exatos e heurísticos para problemas de roteamento de veículos e de escalonamento de tarefas | Teobaldo Leite Bulhões Junior |
| 7 | Contrastive Learning para Detecção Automática de Jogadas e Geração de Comentários em Vídeos de Futebol | Yuri Malheiros de Almeida Barbosa |
| 8 | Modelos Multimodais de IA e Algoritmos Computacionais para Otimização de Tocabilidade e Geração Inteligente de Notação Musical para Violão | Carlos Eduardo Coelho Freire Batista |
| 9 | Além do Som: Aprimoramento de um Sistema para Tradução de Conteúdo Sonoro em Experiências Multissensoriais para Pessoas Surdas | Carlos Eduardo Coelho Freire Batista |
| 10 | Guias Táteis em Simuladores Virtuais . | Liliane dos Santos Machado |
| 11 | Sistema Inteligente de Geração de Respostas ao Impulso de Salas baseado em Meta-Aprendizagem: Aplicação de Embeddings Perceptuais para Produção Musical e Design de Som | Thais Gaudêncio do Rêgo |
| 12 | Uma Plataforma Aberta Baseada no VLibras para Tradução Automática para Múltiplas Línguas de Sinais | Tiago Maritan Ugulino de Araújo |
| 13 | Plataforma Inteligente para Visualização de Dados Aplicada à Gestão do PIBIC na UFPB | Tiago Maritan Ugulino de Araújo |
| 14 | Métodos de resolução para problemas de roteamento de veículos robusto e dinâmico | Anand Subramanian |
| 15 | Algoritmos para resolução de problemas logísticos de coleta e entrega no setor de mudanças | Anand Subramanian |
| 16 | Ambiente Virtual para Simulação e Teste de Algoritmos de Navegação de Robôs de Superfície Aquática | Davi Henrique dos Santos |
| 17 | Investigando o Uso de LLMs Aplicado ao Gerenciamento de Redes de Computadores | Ewerton Monteiro Salvador |
| 18 | Estratégias de Disseminação Semântica com Computação na Borda em Redes de Veículos Autônomos para Tratamento de Eventos Críticos | Fernando Menezes Matos |
| 19 | Pesquisa em redes de comunicação: segurança e confiabilidade | Iguatemi Eduardo da Fonseca |
| 20 | Sistema de Coordenação de Voo Ágil Baseado em Visão para VANTS de Entrega de Material por Cabo Suspenso | Tiago Pereira do Nascimento |
| 21 | Robô Ambiental Híbrido Autônomo para Áreas Alagadas e Alagáveis (RAHA) | Tiago Pereira do Nascimento |
| 22 | Desenvolvimento de um sistema integrado de EEG e Eye Tracking para aprimorar a recomendação de conteúdos | Valdecir Becker |
| 23 | Ferramentas de Inteligência Artificial: uma análise sobre o uso e implementações no contexto acadêmico | Verônica Maria Lima Silva |
Fontes: https://sigaa.ufpb.br/sigaa/public/centro/bases_pesquisa.jsf?lc=pt_BR&id=1856. Acesso em: 27 jan., 2026; https://sigaa.ufpb.br/sigaa/public/departamento/pesquisa.jsf?id=1859, acesso em 27 jan., 2026; https://sigaa.ufpb.br/sigaa/public/departamento/pesquisa.jsf?id=2151, acesso em 27 jan., 2026; https://sigaa.ufpb.br/sigaa/public/departamento/pesquisa.jsf?id=1858, acesso em 27 jan, 2026.
O Centro de Informatica da UFPB desenvolve projetos de extensão, com ênfase em computação, IA e tecnologia, orientados para o desenvolvimento regional, capacitação e inovação, cujo objetivo principal é a transferência de conhecimento técnico para a comunidade, além de oferecer serviços e capacitação em áreas estratégicas, como Tecnologia e Educação, Inteligência Artificial e Ciência de Dados, Inclusão Digital e Social, Formação Estudantil e Pesquisa Aplicada. Vejamos os dados do Quadro 4.
Quadro 4 – Ações na área de Extensão Universitária, desenvolvidas pelo CI, no ano de 2025
| TÍTULO | COORDENADOR(A) | |
| 1 | Jornada JPTech de Capacitação – Edição 2025. | Danielle Rousy Dias Ricarte |
| 2 | IA para Todos: Capacitação Digital e Inclusão Social na Educação Pública. | Vitor Meneguetti Ugulino de Araújo |
| 3 | Oficinas de Programação para meninas do ensino médio: estimulando o interesse pela computação – Ano XI. | Josilene Aires Moreira |
| 4 | TI Verde: Disseminação de Práticas de Sustentabilidade em Tecnologia da Informação em João Pessoa. | Alan Kelon Oliveira de Moraes |
| 5 | Aquário: Plataforma de Integração do Centro de Informática da UFPB. | Yusca Paola Costa Aguiar |
| 6 | Final da Competição Paraibana de Robótica. | Elizabet Maria Spohr de Medeiros |
| 7 | Trilha UFPB: formação técnica, mentoria e protagonismo estudantil em computação. | Tatiana Araújo Simões |
| 8 | TAIL – Technology and Artificial Intelligence League. | Yuri de Almeida Malheiros Barbosa |
| 9 | Consolidação e Expansão do Projeto ReLab: Laboratório de Reciclagem e Reutilização de Componentes Eletrônicos. | Romulo Calado Pantaleão Camara |
| 10 | Redução das Desigualdades: Promovendo a Inclusão de Alunas Quilombolas na Área de STEM através de Práticas em Tecnologia da Informação. | Josilene Aires Moreira |
| 11 | Produção e distribuição de videoaulas para o ensino de robótica na rede pública de ensino. | Auguto de Holanda Barreto Martins Tavares |
| 12 | Projeto e construção de foguetes experimentais para competição em foguetemodelismo e aprendizagem de tecnologia aeroespacial – ano 3 | Hugo Leonardo Davi de Souza Cavalcante |
| 13 | CortechX – Liga Acadêmica | Valdecir Becker |
Fontes: https://sigaa.ufpb.br/sigaa/public/departamento/extensao.jsf?id=2151, acesso em 27 jan., 2026; https://sigaa.ufpb.br/sigaa/public/departamento/extensao.jsf?id=1858, acesso em 27 jan., 2026; https://sigaa.ufpb.br/sigaa/public/departamento/extensao.jsf?id=1859, acesso em 27 jan., 2026.
O Centro de Informática pretende realizar seu primeiro Planejamento de Gestão Setorial (PGS), no ano de 2026, de forma que no presente Relatório constarão ações relativas aos objetivos estratégicos do PDI da UFPB, em relação ao CI/UFPB.
O Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI 2024-2028/UFPB – em vigor, cobre o lapso temporal correspondente ao quinquênio que vai do ano de 2024 ao ano de 2028, cujos objetivos estratégicos que impactam o Centro de Informática estão relacionados à área de Tecnologia da Informação e Inovação, conforme esquematizado no Quadro 5, alcançados no ano de 2025.
Quadro 5 – Objetivos estratégicos do PDI UFPB 2024/2028 atendidos pelo CI/UFPB
| PERSPECTIVA: APRENDIZADO E CRESCIMENTO | |
| OBJETIVO | DESCRIÇÃO |
| OE.03. Promover capacitação e qualificação dos servidores com destaque para as áreas estratégicas. | Implementação de ações voltadas à capacitação e qualificação contínua dos servidores, alinhadas com as necessidades institucionais, de forma a fortalecer as competências técnicas, gerenciais e pedagógicas, promovendo o desenvolvimento profissional e o aprimoramento dos serviços prestados pela instituição. |
| OE.04. Dimensionar, estruturar e otimizar o quadro de servidores. | Direcionamento das necessidades de provimento, remoção e realocação de servidores, garantindo a otimização da força de trabalho, por meio da análise do perfil e das competências individuais, alocando-os em conformidade com as necessidades da instituição e o planejamnto estratégico. |
| OE.07: Ampliar as ações de comunicação institucional | Expansão das ações de comunicação institucional, interna e externa, em diferentes mídias, formatos e linguagens (textual, visual, audiovisual e sonora), a fim de garantir a divulgação das ações de ensino, pesquisa, extensão e gestão, a transparência pública das ações e a difusão social dos conhecimentos produzidos pela instituição. |
| OE.09: Prover a segurança das pessoas e do patrimônio. | Aperfeiçoamento dos mecanismos necessários à garantia da segurança da comunidade universitária e do patrimônio da instituição. |
| OE.10: Assegurar a prestação de serviços de TI de qualidade. | Atendimento das demandas das unidades acadêmicas e administrativas no que se refere à tecnologia da informação, garantindo o conjunto de recursos necessários à qualidade no cumprimento das atividades da instituição. |
| PERSPECTIVA: PROCESSOS INTERNOS | |
| OBJETIVO | DESCRIÇÃO |
| OE.11: Aprimorar práticas administrativas baseadas nos princípios da boa governança e gestão pública. | Fortalecimento de práticas de liderança, estratégia e controle para avaliação, direcionamento e monitoramento da gestão, fundamentadas nos princípios de integridade, responsabilidade, compromisso e transparência. |
| OE.12: Fortalecer o desempenho acadêmico | Gerenciamento de políticas institucionais para a melhoria do acesso, permanência, conclusão e diplomação dos estudantes. |
| OE.13: Fortalecer a extensão universitária e promover a arte e a cultura. | Reforçar a atuação da universidade na extensão universitária e na valorização da arte e cultura, promovendo o envolvimento da comunidade acadêmica e oferecendo aos discentes uma formação integrada. |
| OE.14: Incentivar a pesquisa e a inovação científica e tecnológica. | Fortalecimento das atividades de pesquisa e de inovação de modo a ampliar a produção acadêmica e tecnológica, contribuindo para a disseminação do conhecimento produzido na Universidade. |
| PERSPECTIVA: PROCESSOS INTERNOS | |
| OBJETIVO | DESCRIÇÃO |
| OE.11: Aprimorar práticas administrativas baseadas nos princípios da boa governança e gestão pública. | Fortalecimento de práticas de liderança, estratégia e controle para avaliação, direcionamento e monitoramento da gestão, fundamentadas nos princípios de integridade, responsabilidade, compromisso e transparência. |
| OE.12: Fortalecer o desempenho acadêmico | Gerenciamento de políticas institucionais para a melhoria do acesso, permanência, conclusão e diplomação dos estudantes. |
| OE.13: Fortalecer a extensão universitária e promover a arte e a cultura. | Reforçar a atuação da universidade na extensão universitária e na valorização da arte e cultura, promovendo o envolvimento da comunidade acadêmica e oferecendo aos discentes uma formação integrada. |
| OE.14: Incentivar a pesquisa e a inovação científica e tecnológica. | Fortalecimento das atividades de pesquisa e de inovação de modo a ampliar a produção acadêmica e tecnológica, contribuindo para a disseminação do conhecimento produzido na Universidade. |
Fonte: PDI/UFPB 2024/2028, disponível em: https://www.proplan.ufpb.br/pdi-ufpb-2024-2028/. Acesso em: 29 jan., 2026.
No que se refere ao OE 03, ao longo dos seus quase 15 anos de existência, o CI adotou a prática de incentivar e promover a capacitação e qualificação dos servidores técnico-administrativos, através do desenvolvimento de ações voltadas à capacitação e qualificação contínua dos servidores, alinhadas com as necessidades institucionais; já em relação ao OE.04, o CI adota a prática de direcionar as necessidades de provimento, remoção e realocação de servidores de acordo com as necessidades institucionais e o planejamento, respeitando a análise do perfil e das competências individuais de cada servidor selecionado.
Por outro lado, o OE.07 também foi contemplado, através da comunicação institucional, em diversos canais e formatos, com o objetivo de dar visibilidade ao ensino, pesquisa e extensão, enfatizando a transparência pública e a publicização dos atos institucionais do CI, garantindo, dessa forma, a democratização e o acesso ao conhecimento produzido nas áreas em que atua. Observou-se a execução do OE 09, relativo ao provimento da segurança das pessoas e do patrimônio institucional do CI, atingindo se também, o OE 10, que trata de assegurar a prestação de serviços de TI de qualidade, otimizando o atendimento às demandas acadêmicas e administrativas postas, buscando garantir o conjunto de recursos necessários à garantia da qualidade no cumprimento de tais demandas.
O CI/UFPB tem buscado, continuamente, o cumprimento do OE.11, visando o fortalecimento de práticas administrativas ancoradas nos princípios da boa governança e gestão pública, fundamentadas nos princípios institucionais da integridade, responsabilidade e transparência. Ao longo do ano civil de 2025, o CI contemplou o OE 12, através do fortalecimento do desempenho acadêmico de seus cursos, e, em relação à graduação, em conformidade com os dados do Quadro 1, observou-se:
a) aumento no numero de ingressos nos cursos de Ciência da Computação, Ciência de Dados e Inteligência Artificial e Engenharia da Computação;
b) aumento das matrículas nos cursos de Ciência da Computação e Ciência de Dados e Inteligência Artificial;
c) aumento no número de concluintes nos cursos de Ciência da Computação e Ciência de Dados e Inteligência Artificial, e
d) redução dos índices de evasão dos cursos de Ciência da Computação e Ciência de Dados e Inteligência Artificial.
No que diz respeito ao OE.13 o CI ampliou sua participação em ações de extensão universitária, (vide Quadro 3);o OE 14 referente à pesquisa e inovação científica e tecnológica, de acordo com dados constantes no Quadro 3, observou-se a existência de um número expressivo de grupos e de projetos de pesquisa, executados ao longo do ano de 2025.
Pode-se afirmar que os objetivos estratégicos do PDI UFPB 2024/2028, que afetam diretamente a atuação do CI e de seus laboratórios (como o LAVID, LASER, LUMO, entre outros) estão diretamente relacionados à três objetivos específicos, a saber:
Assim, constata-se que o CI se constitui em importante ativo para a UFPB, uma vez que sua atuação técnica, acadêmica e de pesquisa tem sido decisiva para o cumprimento das metas de transformação digital, soberania tecnológica (via software livre) e excelência em pesquisa científica, previstas no PDI UFPB 2024- 2028.
No ano de 2024, a Coordenação de Orçamento da PROPLAN, por meio do processo de número 23074.061307/2024-74, apresentou ao Centro de Informática a Proposta Orçamentária com os recursos que seriam disponibilizados ao Centro para execução no exercício financeiro de 2025.
De acordo com o referido processo, o Centro iria dispor de um total de R$101.877,80 para despesas de Custeio e R$17.978,44 para despesas de Capital. Dos valores inicialmente disponibilizados, por meio do processo 23074.042833/2025-95, houve solicitação de alteração da categoria econômica da despesa, ficando a distribuição de recursos de acordo com o demonstrativo do Quadro 6.
Quadro 6 – Proposta orçamentária para o CI/UFPB, exercício de 2025
| PLANO INTERNO | CUSTEIO | CAPITAL |
| M0000G19CIN – C.I | R$ 91.877,80 | R$ 27.978,44 |
Fonte: Coordenação de Finanças do CI/UFPB, 2026.
Após a distribuição, os recursos destinados ao Centro de Informática foram executados3 de acordo com a natureza e objetivo conforme detalhado no Quadro 7.
Quadro 7– Execução Orçamentária do CI/UFPB, exercício 2025
| NATUREZA | OBJETIVO | VALOR EXECUTADO |
| 339033 – PASSAGENS E DESPESAS COM LOCOMOCAO | R$ 15.853,19 | |
| 339014 – DIARIAS – PESSOAL CIVIL | R$ 16.037,45 | |
| 339030 – MATERIAL DE CONSUMO | R$ 20.693,49 | |
| 339039 – OUTROS SERVICOS DE TERCEIROS – PESSOA JURIDICA | R$ 9.459,32 | |
| 339040 – SERVICOS DE TECNOLOGIA DA INFORMACAO E COMUNICACAO – PJ | R$ 9.539,68 | |
| 339036 – OUTROS SERVICOS DE TERCEIROS – PESSOA FISICA | V0000N01EIN –ESTAGIARIOS DO CI | R$ 6.047,88 |
| MANUTENÇÃO DE AR CONDICIONADO | R$ 6.000,00 | |
| SERVIÇOS COMUNS DE ENGENHARIA | R$ 7.629,36 | |
| 449052 -EQUIPAMENTOS E MATERIAL PERMANENTE | R$ 27.799,00 |
Fonte: Coordenação de Finanças do CI/UFPB, 2026.
3 Do total disponibilizado, o Centro de Informática executou 99,32% dos recursos disponíveis em Despesas de Custeio e 99,35% do disponível em Despesas de Capital. Fonte: Coordenação de Finanças do CI/UFPB, 2026.
O Centro de Informática (CI) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) mantém diversas parcerias institucionais voltadas para pesquisa, desenvolvimento tecnológico, extensão e internacionalização, tendo como parceiros órgãos públicos e instituições de ensino superior, tanto no Brasil quanto no exterior, conforme dados contidos no Quadro 8.
Quadro 8 – Parcerias Institucionais do CI/UFPB, vigentes no ano de 2025
| PARCEIRAS COM ÓRGÃOS PÚBLICOS |
| 1. Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PB): Acordos para fortalecimento da infraestrutura tecnológica e doação de equipamentos. 2. Governo da Paraíba (Sead): Cooperação técnica com a Secretaria de Administração para o desenvolvimento de soluções em gestão de contratos públicos através de laboratórios de inovação. 3. Saúde Pública: Cooperação com o Hospital Universitário (HU) e o Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW) para projetos de TI aplicados à saúde e formação de recursos humanos. |
| PARCEIRAS COM O SETOR PRODUTIVO E INOVAÇÃO |
| 4. Agência INOVA-UFPB: O CI atua em conjunto com a Agência de Inovação para conectar pesquisas acadêmicas a demandas de empresas privadas, resultando em depósitos de patentes e projetos de P&D. 5. CEITEC: Implementação de uma unidade do Conglomerado de Empreendimentos Inovadores para fomentar startups e o empreendedorismo dentro do campus. |
| COOPERAÇÃO ACADÊMICA E INTERNACIONAL |
| 6. Intercâmbios: Projetos aprovados pela CAPES que viabilizam a mobilidade internacional para alunos do CI, incluindo parcerias com instituições na França. 7. Redes de Pesquisa: Participação em editais da FINEP e colaboração com o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT). |
Fonte: Pesquisa exploratória, 2026.
O CI tem demonstrado forte atuação na área de Pesquisa Operacional e Inteligência Artificial, com destaque para a aplicação prática de soluções em logística e otimização, acumulando prêmios em competições de tecnologia, pesquisa operacional e produção acadêmica, especialmente entre 2024 e 2025. Segue, no Quadro 9, um resumo sobre as premiações e destaques ao longo dos últimos dois anos.
Quadro 9 – Prêmios e Reconhecimentos conferidos ao CI/UFPB, nos anos de 2024 e 2025
| PREMIAÇÕES E DESTAQUES CONCEDIDOS, NOS ANOS DE 2024 E 2025 |
| 1. Huawei Developer Competition LATAM 2025: Estudantes do CI conquistaram o 3º lugar na competição latino-americana, ficando entre os finalistas na etapa presencial em Brasília. 2. Pesquisa Operacional (INFORMS – Internacional): Alunos do CI foram finalistas em 2024 no prestigiado prêmio do Institute for Operations Research and the Management Sciences (INFORMS), sendo os únicos representantes da América Latina. 3. Simpósio Brasileiro de Pesquisa Operacional (SBPO 2024): Conquista do 2º lugar na competição de Trabalhos de Graduação, destacando-se em otimização logística. 4. Destaque no CNPq: A UFPB conquistou o 21º Prêmio Destaque na Iniciação Científica e Tecnológica do CNPq em 2024, ressaltando a qualidade da pesquisa na instituição. 5. Concurso de Teses em IA: Aluno do Programa de Pós-Graduação em Informática (PPGI) foi premiado em concurso de teses e dissertações em IA e computacional em dezembro de 2024. |
| RECONHECIMENTOS ACADÊMICOS E PROFISSIONAIS |
| 1. Alto Desempenho no SiSU 2024/2025: O curso de Ciência da Computação do CI consolidou-se como um dos mais concorridos da UFPB, ocupando o 3º lugar nas notas de corte em 2024/2025. 2. LAVID/CI: O Laboratório de Aplicações de Vídeo Digital (LAVID) do CI é frequentemente reconhecido por méritos em tecnologia e inovação, incluindo projetos de extensão. |
| RECONHECIMENTOS HISTÓRICOS ANTERIORES |
| 1. Prêmio Elo Cidadão (2014): Reconhecimento por projetos que promovem cidadania na área de engenharia de computação. 2. IEEE e Hackathons: Alunos do CI já conquistaram o 1º lugar no Hackathon do Campus Festival (2015) e pódios na Reunião Nacional de Ramos Estudantis IEEE (2017). |
Fonte: Pesquisa exploratória, 2026.
O CI/UFPB, além de possuir um quadro de Servidores Técnico-Administrativos muito bem qualificado, adota boas práticas de gestão, através do incentivo e planejamento de educação continuada, estimulando e favorecendo a participação dos Técnico Administrativos em Educação (TAEs) em cursos de capacitação oferecidos pela Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEP) da UFPB.
Vejamos um resumo sobre as Iniciativas de Sustentabilidade, Acessibilidade e Inclusão desenvolvidas pelo CI/UFPB, no ano de 2025, a partir de notícia publicada no site do CI/UFPB.
Um projeto do Centro de Informática (CI) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) vem contribuindo para ampliar o debate sobre soluções voltadas à redução do impacto ambiental causado pela Tecnologia da Informação. Coordenado pelo professor Alan Moraes, do Departamento de Informática do campus I, o projeto “TI Verde: Disseminação de Práticas de Sustentabilidade em Tecnologia da Informação em João Pessoa” foi recentemente aprovado no edital do Programa de Bolsas de Extensão (Probex) 2025–2026 e está em sua primeira edição.
O Centro de Informática deu um passo importante na agenda ambiental com a criação do Laboratório de Tecnologias Digitais, é a base do projeto TI Verde, que busca conciliar o avanço tecnológico com a preservação do meio ambiente, abordando a problemática a partir de dois objetivos: a redução do impacto ambiental da própria infraestrutura tecnológica e o desenvolvimento de soluções digitais para problemas globais. Entre os projetos em andamento, destaca-se a cooperação com o Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental; liderada, em conjunto, com o professor Victor Coelho, a pesquisa utiliza algoritmos de Inteligência Artificial para aprimorar o cálculo de evapotranspiração, dado essencial para o planejamento sustentável de uso racional da água.
O projeto também prevê ações junto ao setor produtivo, de forma que, em colaboração com a Sociedade de Usuários de Tecnologia do Estado da Paraíba (SUCESU-PB), que reúne cerca de 50 empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) na Paraíba, estando programa uma palestra para sensibilizar empresários sobre práticas sustentáveis na área de TI; a meta é selecionar uma empresa para participar de um projeto-piloto de Engenharia de Software Sustentável, com início previsto para junho de 2026.
Na etapa final, o projeto se voltará para a formação de estudantes do Centro de Informática, por meio de seminários e ações pedagógicas voltadas à disseminação da TI Verde. O estudo de caso resultante será utilizado como material didático em disciplinas da graduação, como Engenharia de Software.
Fonte: https://www.ci.ufpb.br/institucional/projeto-ti-verde-do-centro-de-informatica-da-ufpb-promove praticas-sustentaveis-em-tecnologia-da-informacao/ . Acesso em: 30 jan. 2026.
A gestão do CI/UFPB, em 2025, destacou-se pela excelência acadêmica, com o curso de Ciência da Computação obtendo 5 estrelas no Guia da Faculdade; alunos conquistaram o 3º lugar na Huawei Developer Competition LATAM e foram finalistas na Maratona Feminina de Programação; tais iniciativas focaram no fortalecimento de parcerias estratégicas (INOVA, Polos de TI), inovação em IA (Núcleo PRAIA4) e sustentabilidade, além de realizar concursos para professores.
4 Núcleo PRAIA – O PRAIA (Pesquisa Realmente Aplicada em Inteligência Artificial) é um centro brasileiro de pesquisa aplicada focado em inteligência artificial, com ênfase especial na área de Educação e Indústria 4.0. Encabeçado pelo Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco (CIn-UFPE) e pelo SENAI, ele é um dos centros de pesquisa aprovados em editais do MCTI e FAPESP. Fonte: Pesquisa exploratória, 2026.
No ano de 2025, enfatizou-se o CI como polo tecnológico, com discussões para a formação em robótica e monitoramento estratégico dos cursos, de forma que seguem os principais destaques do referido exercício:
5 Startups – empresa jovem, inovadora e geralmente de base tecnológica, que busca um modelo de negócios repetível e escalável para resolver um problema de forma disruptiva, operando sob extrema incerteza e com alto potencial de crescimento rápido e exponencial. Fonte: Pesquisa exploratória, 2026.
O CI busca manter sua posição de destaque com projetos de impacto, como o PocketHealth na Huawei Developer Competition (HDC), indicando a necessidade de gerenciar o desenvolvimento de sistemas computacionais de alto nível. Seguem, resumidamente, os principais desafios detectados no ano de 2025:
Os principais desafios concentram-se, portanto, na realização do Planejamento de Gestão Setorial (PGS), na implementação de um observatório de dados para tomada de decisão e na gestão de demandas acadêmicas. Além disso, são necessárias o planejamento de ações visando a adaptação dos conteúdos curriculares dos cursos de graduação ministrados pelo CI, às rápidas mudanças tecnológicas, a exemplo de inclusão de discussões sobre computação quântica e IA, aliada à necessidade de reter talentos e promover inovação, evidenciado pela participação em competições como o NASA Space Apps6 e Huawei Developer.
6 NASA Space Apps – é um hackathon internacional para programadores, cientistas, designers, contadores de histórias, criadores, tecnólogos e inovadores. Durante o hackathon, equipes de cidades ao redor do mundo utilizam os dados gratuitos e abertos da NASA e das agências parceiras para abordar problemas reais na Terra e no espaço. Fonte: Agência Espacial Brasileira. Disponível em: https://www.gov.br/aeb/pt-br/perguntas-frequentes-nasa-space-apps. Acesso em: 04 fev., 2026.
Os desafios da gestão do Centro de Informática (CI/UFPB) detectados no exercício de 2025 estão fundamentados no novo Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2024-2028 e no Plano de Gestão UFPB 2025-2028, de forma que segue, no Quadro 10, os objetivos estratégicas que precisam de atenção, com respectivas ações sugeridas, para implementação ao longo do ano de 2026.
Quadro 10 – Objetivos estratégicos, com respectivas ações, a serem priorizadas no ano de 2026
| OBJETIVO ESTRATÉGICO | AÇÃO SUGERIDA |
| 01. Modernização da Infraestrutura e Tecnologia | • Atualização de Laboratórios: Manter a infraestrutura de rede e os servidores para suportar cursos de alta demanda, como Ciência da Computação e Engenharia de Computação, que estão entre os mais concorridos da UFPB. • Gestão de Recursos: Superar entraves burocráticos para a aquisição de equipamentos de ponta, necessários para pesquisas em áreas emergentes como Computação Quântica e Bioinformática; |
| 2. Gestão Acadêmica e de Pessoas | • Fortalecimento do Corpo Docente: Realizar processos seletivos para docentes permanentes e colaboradores visando fortalecer o Programa de Pós-Graduação em Informática (PPGI). • Evasão e Retenção: Combater a evasão em cursos de tecnologia, adaptando o ensino às rápidas mudanças do mercado de trabalho e promovendo o engajamento de talentos. |
| 3. Governança e Integridade | • Cultura de Ética: Implementar as metas do Plano de Integridade 2025-2028, que exigem transparência e formações obrigatórias para servidores, sobre gestão de riscos e controle interno. • Digitalização de Processos: Reduzir a dependência de processos manuais através do uso extensivo do SIGAA UFPB para gestão de atividades acadêmicas e administrativas |
| 4. Integração com a Sociedade | Extensão e Inovação: Ampliar projetos de impacto social, como o VLibras, e garantir a participação ativa em feiras de profissões para atrair novos perfis de estudantes alinhados às necessidades digitais |
| 5. Inovação e Empreendedorismo | Estruturar o Núcleo de Inovação e Incubação de Startups, em colaboração com a INOVA, fomentando o empreendedorismo acadêmico. |
| 06. Captação de Recursos (P&D&I) | Ampliar a captação de projetos através da submissão de propostas de grande porte a agências de fomento, como Finep, CAPES e CNPq, com equipes multidisciplinares. |
| 07. Parcerias Estratégicas | Fortalecer a colaboração regional, especialmente com os Polos de Tecnologia da Paraíba e o Núcleo PRAIA de Inteligência Artificial (parceria UFPE, UFRN, UFAL, UFRPE). |
| 08. Apoio Interno | Criar incentivos para docentes e discentes na submissão de projetos e destinar contrapartidas para infraestrutura e equipamentos. |
| 09. Transferência de Tecnologia | Superar entraves burocráticos e a carência de pessoal especializado para converter a produção acadêmica em inovação aplicada ao mercado regional. |
| 10. Expansão e Consolidação de Novos Cursos | Gerenciar o amadurecimento dos cursos recentes, como Engenharia de Robôs e Ciência de Dados e Inteligência Artificial, garantindo infraestrutura laboratorial e corpo docente especializado para as demandas de 2026. |
| 11. Promover a acessibilidade às instalações físicas do CI | • Modernização: Atualização da Unidade Mangabeira e melhoria de laboratórios de ensino. • Melhoria de Rotas: Criação e manutenção de calçadas, rampas e pisos táteis para garantir autonomia, conforme o projeto Rotas Acessíveis da UFPB. • Solicitação de Apoio: Discentes podem solicitar suporte a necessidades específicas através do SIGAA da UFPB. • Infraestrutura de Vivência: Planejamento de espaços de convivência e centros acadêmicos adaptados. |
Fonte: Pesquisa exploratória, 2026.
Ações para o alcance do OE.01 são essenciais para que a infraestrutura de rede possa suportar os cursos de alta demanda, como os de Bacharelado em Ciência da Computação e em Engenharia da Computação, visto se tratar de cursos de ampla concorrência no SiSU, exigindo celeridade burocrática para aquisição de equipamentos modernos, fundamentais à atualização do parque tecnológico do CI.
No que se refere ao OE.02, o combate à evasão e retenção de alunos exige atuação em cinco linhas, a saber:
1. Apoio pedagógico e nivelamento – muitos alunos chegam com bases frágeis em matemática ou lógica, o que gera o “efeito dominó” de reprovações em cadeiras do início do curso. Neste sentido, poder-se-á adotar as seguintes estratégias, a depender das Coordenações de Cursos e da Pró-Reitoria de Graduação da UFPB:
Quadro 11 – Ação, Impacto e nível de complexidade de adoção de ações, com o objetivo de mitigar a evasão escolar no CI/UFPB:
| AÇÃO | IMPACTO | COMPLEXIDADE |
| Nivelamento de Matemática | Muito Alto | Médio |
| Certificações Intermediárias | Alto | Alto (Exige reforma curricular) |
| Mentoria de Veteranos | Médio | Baixo |
| Flexibilização de Grade | Alto | Muito Alto |
Fonte: Pesquisa exploratória, 2026.
2. Modernização curricular e flexibilidade – A estrutura rígida de pré-requisitos é a maior vilã da retenção, de forma que há a possibilidade de se adotar duas estratégias, que, no entanto, necessitam do aval dos Colegiados de Cursos e da Pró-Reitoria de Graduação da UFPB:
7 Bootcamps de Nivelamento – programas de treinamento intensivo focados em preencher lacunas de conhecimento técnico, visando um nivelamento de conhecimento, garantindo que se adquira uma base sólida antes de avançar para especializações mais complexas. Fonte: Pesquisa exploratória, fev. 2026.
8 Peer Mentoring – é um modelo em que o mentor é um discente mais avançado na graduação que acompanha um grupo de alunos iniciantes. Fonte: Pesquisa exploratória, fev. 2026.
• Certificações Intermediárias: Oferecer certificados ao completar blocos de disciplinas (ex: “Desenvolvedor Front-end9” ao fim do 4º período). Isso dá uma sensação de conquista e empregabilidade antes do diploma final.
3. Integração com o Mercado de Trabalho (Parceria Ética) – o atropelo do mercado de trabalho tira o aluno da universidade, antes da hora, de forma que o CI pode mediar isso, através das seguintes estratégias, a depender de aval dos colegiados de cursos e da Pró Reitoria de Graduação da UFPB:
4. Saúde Mental e Clima Acadêmico – o ambiente de TI pode ser isolador e altamente estressante, fazendo-se necessárias, pelo menos, duas ações estratégicas:
5. Análise de Dados para Predição (Early Warning) – trata-se de ação que envolve a experiência do CI, na resolução do problema de evasão, ainda no início, a depender do monitoramento contínuo dos docentes envolvidos, através de:
9 Desenvolvedor Front-end – é o responsável por projetar a interface visual de sites e aplicativos, garantindo uma navegação intuitiva e uma boa experiência para o usuário. Fonte: Pesquisa exploratória, fev. 2026.
10 Badges – ícones ou símbolos digitais que representam conquistas, habilidades, participação ou status em plataformas online, usados para gamificar, engajar e certificar usuários, funcionando como mini-certificados verificáveis que mostram o que alguém aprendeu ou realizou. Fonte: pesquisa exploratória, 2026.
• Dashboard de Alerta Antecipado11: Desenvolver um sistema que identifique padrões de risco (ex: aluno que faltou 3 aulas seguidas e tirou nota baixa na primeira prova) e dispare um alerta para a coordenação intervir imediatamente.
No que se refere aos Objetivos Estratégicos um ponto de que merece atenção é o OE.09, relativo à transferência de tecnologia, questão em que se faz necessária a superação de entraves burocráticos e a carência de pessoal especializado, o que favorecerá converter a produção acadêmica do CI, em inovação aplicada ao mercado de tecnologia. Desta forma, para que tal objetivo seja alcançado, são necessárias algumas ações estratégicas práticas com o fim de mitigar tal condição, conforme especificadas no Quadro 12.
Quadro 12 – Entraves, Ação Necessária e Resultado Esperado, para viabilizar a transferência de tecnologias geradas pelo CI/UFPB
| ENTRAVE | AÇÃO NECESSÁRIA | RESULTADO ESPERADO |
| Burocracia Financeira | Gestão via Fundações (Modelo EMBRAPII) | Compra de hardware em dias, não meses. |
| Falta de Especialistas | Residências Tecnológicas (Empresa + CI) | Mentoria de profissionais do mercado para alunos. |
| Isolamento Acadêmico | Catálogo de Competências do CI | Facilidade para empresas encontrarem o pesquisador certo. |
| Morosidade Jurídica | Fast-track de Propriedade Intelectual | Registro de software e patentes de forma ágil. |
Fonte: Pesquisa exploratória, 2026.
Seguem, alguns comentários acerca das ações sugeridas para minimizar a questão da morosidade burocrática:
11 Dashboard de Alerta Antecipado – é uma interface gráfica de dados, interativa e em tempo real, projetada para monitorar indicadores chave, detectar anomalias ou tendências negativas e emitir alertas automáticos antes que um problema se torne crítico ou um risco se concretize. Fonte: Pesquisa exploratória, 2026.
1. Criação de uma Unidade EMBRAPII12 ou Polo de Inovação, no CI – a maior arma contra a burocracia das licitações e repasses é o modelo EMBRAPII, devido às seguintes características:
O CI dispõe de uma unidade administrativa denominada Escritório de Projetos Estratégicos (EPE) – dedicado exclusivamente à gestão de projetos estratégicos, tendo, entre outras, a atribuição de criar minutas de contratos pré-aprovados pelos parceiros envolvidos, supervisionando todo o rito processual, com o objetivo de evitar que cada novo projeto fique meses parado no Setor Jurídico da UFPB.
2. Implementação de “Sandboxes13” de Inovação – tal estratégia tem por fim suplantar a carência de pessoal especializado (técnicos e pesquisadores seniores), de forma que o CI pode criar ambientes experimentais, adotando duas linhas de frente:
12 Unidade EMBRAPII – é uma forma de fomento à inovação industrial brasileira que conecta empresas a centros de pesquisa (Unidades EMBRAPII) para desenvolver projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) de forma ágil, com baixo risco e burocracia. Fonte: Pesquisa exploratória, 2026.
13 SANDBOXES – ou “caixas de areia” são ambientes isolados e seguros, virtuais ou regulatórios, utilizados para testar softwares, códigos ou inovações de negócios sem risco de afetar o sistema principal ou o mundo real. Eles simulam ambientes de produção, permitindo a experimentação, detecção de bugs, análise de segurança e validação de regras. Fonte: Pesquisa exploratória, 2026.
14 Squads – pequenas equipes multifuncionais e autônomas (geralmente de 4 a 10 pessoas), focadas em entregar projetos ou produtos específicos dentro de metodologias ágeis. Originado do modelo do Spotify, o termo significa “esquadrão” e busca aumentar a agilidade, autonomia e colaboração, reduzindo hierarquias e burocracia, sendo muito comum em startups e empresas de tecnologia. Fonte: Pesquisa exploratória, 2026.
15 Open Labs – são espaços colaborativos e experimentais que reúnem especialistas de diversas áreas para fomentar inovação, pesquisa e desenvolvimento de soluções tecnológicas. Esses ambientes focam na criatividade e cooperação para criar tecnologias em setores como saúde digital, IA, e telecomunicações. Fonte: Pesquisa exploratória, 2026.
Em relação ao isolamento acadêmico o Estímulo ao Empreendedorismo Acadêmico (Spin offs16) é uma opção – se o mercado regional não absorve a tecnologia, o CI poderá incentivar a criação de empresas, que o farão, através das seguintes ações, a depender de negociações posteriores, com as Coordenações de cursos e a Pró-Reitoria de Graduação da UFPB.
No que diz respeito ao OE.10 – Expansão e consolidade de novos cursos, o CI pretende conduzir e gerenciar a evolução dos cursos criados recentemente, como o de Engenharia de Robôs e o de Ciência de Dados e Inteligência Artificial, atuando tanto no plano acadêmico, como na garantia de infraestrutura laboratorial e de docentes para as demandas previstas para o ano de 2026.
Para promover a acessibilidade física no Centro de Informática (CI) da UFPB, OE.11, as ações devem seguir as diretrizes de autonomia, conforto e segurança estabelecidas pela Norma Brasileira (NBR) 9050, momento em que será necessária a Direção do CI fará gestões junto à Administração Superior da UFPB; assim, as principais estratégias serão direcionadas aos seguintes objetivos:
1. Adequação da Infraestrutura (Acessibilidade Arquitetônica) – através de:
16 Spin-offs – são novas empresas, produtos ou conteúdos derivados de uma organização, projeto ou obra preexistente (a “empresa-mãe” ou obra original). Criados para oferecer maior foco e autonomia, esses projetos aproveitam estruturas, conhecimentos ou personagens já consolidados para explorar novos nichos ou mercados com maior flexibilidade e agilidade. Fonte: Pesquisa exploratória, 2026.
2. Articulação com Órgãos Internos – gestões junto aos seguintes órgãos da Administração Superior da UFPB:
3. Procedimentos Práticos que o CI buscará junto ao CIA e ao LACESSE:
Última atualização: quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026